O que é combater a corrupção? É preciso primeiro entendê-la!

Por Altair Freitas, no blog Palavras Ao Tempo!

Tem gente que acha que corrupção é um problema moral, um desvio ético cometido por gente “sem Jesus no coração”. Essa visão ingênua, superficial, leva a quem pensa assim a migrar de “salvadores da pátria” à medida em que se frustram com os “salvadores” anteriores. Até no petismo tinha gente com essa visão ingênua – “nós somos puros, os outros são corruptos” – e o resultado foi uma frustração atrás da outra.

Sinto informar que corrupção é um dos instrumentos utilizados pelo capitalismo, desde as suas origens, lá na idade média, para a acumulação de capitais e à medida em que ele tornou-se sistema hegemônico, a corrupção sofisticou-se e intensificou-se. Não é possível existir capitalismo sem corrupção. Ela não é o principal elemento da acumulação, uma vez que em primeiríssimo lugar vem a exploração sobre a mão de obra pela extração da Mais Valia ou Mais Valor (e nem vou gastar meu tempo abordando a exploração como sendo a corrupção na sua essência). Sequer é o segundo elemento dessa acumulação pois o outro grande elemento é a sonegação fiscal. Mas a corrupção joga papel importante sem dúvida. Se não jogasse não seria largamente praticada.

Reparem que não estou falando que todo capitalista é corrupto, longe disso. Conheço muitos pequenos e médios empresários (as) que ralam pra caramba sem se envolver com o “mal feito”. Mas, por outro lado, afirmo categoricamente que nos setores estratégicos da economia moderna, os grandes ramos empresariais, aqueles que são de fato estruturantes para o funcionamento da economia mundial, não tenhamos dúvidas: a corrupção é amplamente utilizada todos os dias, em escala global.

O que nos leva ao outro lado da questão: se existem corruptos, existem corruptores posto que ninguém se auto corrompe. Para alguém ser corrupto é preciso que alguém lhe “molhe a mão”. Grandes grupos empresariais, sedentos por contratos governamentais (obras, fornecimento de materiais e equipamentos, etc) disputam o controle desses recursos em uma guerra suja, como sempre é a guerra pelos mercados consumidores. Esses grupos financiam campanhas eleitorais – e subornam agentes públicos de toda ordem – para garantir que seus financiados estejam em postos chaves do poder para conquistarem benesses. E financiam amplamente com recursos sonegados (caixa 2), além dos recursos legais. Financiamento privado de campanha é legal mas é profundamente imoral e danoso à democracia. A última campanha do Obama à presidência dos EUA custou quase UM BILHÃO DE DÓLARES! Quem pagou? Com quais interesses? Democráticos? E na Europa? Como funciona? Basicamente do mesmo jeito!

Ainda assim, com tudo isso, vejam vocês, a corrupção – que precisa ser combatida sim, mas de modo consequente e com visão estruturante – é apenas uma fração do problema da economia mundial – e da brasileira também – uma vez que há outros ralos muito maiores que prejudicam a vida dos povos, das massas trabalhadoras. Perto da sonegação, da evasão fiscal – aqui e nos demais países do mundo, notadamente nos países mais desenvolvidos – a corrupção é brinquedo de criança. Os dados abaixo mostram isso. A corrupção equivale a cerca de TRÊS POR CENTO de prejuízos nos países estudados. Por outro lado, a sonegação é estratosférica! No caso brasileiro, a sonegação é algo CINCO VEZES MAIOR do que o que se perde com corrupção. Ainda que eu ache que sonegar é corromper também. Mas esse é outro debate!

O debate político e a luta pelas mudanças necessárias não comportam ingenuidades nem demagogia barata, aventureiros salvadores e nem ódio irracional. Debater seriamente os problemas do país, e do mundo, exige conhecimento, ciência e organização consciente. O resto é hipocrisia de ocasião!

Leia mais:

Carta Maior: Sonegação dos ricos é 25 vezes maior que corrupção nos países em desenvolvimento 

27/02: Etapa preparatória ao Congresso da UMES de Santos

Atualizada: às 15h59 de 24/02 e às 03h54 de 25/02 .

O Conselho Municipal de Entidades de Santos está marcado para esta quinta-feira (27 /02), a partir das 18h. Esta é a etapa preparatória para o próximo congresso da União Municipal dos Estudantes Secundaristas (UMES), entidade em fase de reconstrução na Cidade.

O encontro dá direito à voz e voto aos representantes de grêmios que discutirão a convocação e o regimento do Congresso da UMES. Além disso, os estudantes debaterão o sucateamento da educação promovido pelo Governo do Estado (PSDB), a importância da representação estudantil e da reativação da UMES de Santos.

Programação:

18h – Abertura

– Debate sobre o sucateamento da escola pública –

Convidados: Nicoly Mendes, presidenta da União Paulista de Estudantes Secundaristas (UPES)  e Carlos André Conceição Alves, ex-presidente da União Municipal dos Estudantes (UMES) e atual presidente da UJS Santos.

– Leitura e apreciação do regimento do Congresso da UMES;

– Eleição da Comissão Organizadora do Congresso da UMES;

– Atividade Cultural: “Esquenta” de Carnaval

Local: Auditório da ETEC Aristóteles Ferreira (Avenida Doutor Epitácio Pessoa, 466 – Aparecida).

Diretoria da UEE convoca Conselho Estadual de Entidades

Na reunião da segunda-feira passada, dia 17/2, realizada com a Diretoria Plena da UEE-SP e diversos Diretórios Centrais de Estudantes, foram definidas, junto com a UPES, a data para o Conselho Estadual de Entidades (CEE).

O evento será realizado entre os dias 25 e 27 de abril, em São Paulo, e dá direito a voz e voto aos representantes de (DCEs), Diretórios Acadêmicos (DAs) e Centro Acadêmicos (CAs) das instituições de ensino superior de São Paulo.

O CEE tratará da situação de educação no estado, democratização da USP, Unesp e Unicamp, e mais qualidade das FATEC´s, e contará com diversas ações: ato de abertura, mesas de debates, grupos de discussão, atividades culturais e uma plenária final.

Necessário realizar o credenciamento na sede da UEE-SP, Rua Vergueiro, 2495, a Vila Mariana, das 14 às 22h. (trazer a cópia da ata de eleição, ata da posse da diretoria, ata padrão da UEE-SP com indicação dos representantes e suplentes, comprovante de matrícula do delegado e suplente atualizado).

Por UEE São Paulo

Carta do Socializando

A UJS-SP reunida na cidade de São Paulo para o seu Encontro Socializando prepara o espírito de luta da militância para as batalhas de 2014, ano que terá a Copa do mundo, o congresso da UJS e as eleições presidenciais como grandes desafios.

Vivemos no Brasil um ciclo vitorioso de mudanças na vida do povo brasileiro e em especial da juventude, marcado pela elevação da renda das famílias e pelas conquistas de direitos sociais, como a ampliação do acesso à universidade, a expansão das escolas técnicas e a aprovação do estatuto da juventude. Essas conquistas são fruto da luta dos movimentos sociais que souberam aproveitar a oportunidade da chegada do campo democrático-popular no governo e conquistaram mais direitos.
 
Mas a juventude quer muito mais! O Brasil precisa de mais desenvolvimento, para conquistar sua independência tecnológica e produzir riqueza para o povo. Precisa de mais progresso social, com distribuição de renda e integração nacional. Precisa aprofundar sua democracia, valorizando a participação popular e renovando as esperanças do povo nas transformações sociais. Para isso, é preciso colocar na ordem do dia as reformas democráticas como a Reforma política, dos meios de comunicação, urbana, tributária, agrária e da educação.
 
Aprofundar as mudanças é preciso, e isso só será possível se São Paulo entrar na rota das mudanças. Enquanto o Brasil vive bons ventos das conquistas sociais, São Paulo segue sendo o símbolo do atraso, onde o neoliberalismo encontra suas raízes há mais de 20 anos com os governos do PSDB. Isso significa na educação básica o sucateamento da escola pública, com aprovação automática, falta de estrutura e qualidade, fazendo com que as escolas se pareçam mais a presídios do que ambientes de aprendizagem. No ensino superior, a privatização e a exclusão é a marca em São Paulo, onde 86% da juventude tem que estudar em universidades privadas, enquanto as universidades públicas se reservam somente às elites. No transporte, a priorização do transporte individual e a exclusividade dos investimentos das rodovias privatizadas, gera pedágios abusivos, ineficiência e caos urbano.
 
Na segurança, a polícia militar extermina a juventude negra e de periferia e reprime os movimentos sociais. Esses são alguns exemplos da direção dos tucanos para o governo do estado de São Paulo que precisa ser interrompida.
 
É na ruas, como fizemos em junho, que vamos arrancar os tucanos do Palácio dos Bandeirantes e conquistar o Brasil dos nossos sonhos, por isso a UJS convoca a sua militância para construir em unidade com os movimentos sociais uma grande Jornada de Lutas em São Paulo. Vamos parar as escolas, as universidades e as principais avenidas do nosso estado para avançar nas mudanças necessárias.
 
A UJS lança também o seu congresso estadual, que será o maior de todos os tempos, mobilizando 60 mil jovens para se filiarem à UJS.  É preciso dialogar de forma ampla, irreverente e combativa com o sentimento da juventude de participação política demonstrado nas manifestações de junho, e assim apresentar a nossa organização para milhares de jovens em São Paulo.
 
Para isso, o movimento estudantil tem papel primordial, pois é através dele que falamos para milhares de jovens, organizando nos grêmios estudantis e centros acadêmicos muitas lideranças. Mas também é preciso ressaltar a importância das outras frentes de atuação da UJS, que diversificam a nossa atuação tornando-a cada vez mais jovem e popular como a frente do Hip-Hop, LGBT, Cultura e jovens trabalhadores. Destaca-se a isso uma frente estratégica para a UJS que é a frente de mulheres, que têm ganhado relevância na nossa organização e deve ter a atenção da nossa militância.
 
Os desafios são grandes, mas não maiores que os nossos sonhos e a nossa disposição de lutar. Por isso, convidamos toda a juventude paulista para vir com a UJS, declarando guerra aos tucanos para mudar São Paulo e conquistar o Brasil que a gente quer.
 
Declare guerra a quem finge te amar!
 
São Paulo, 16 de fevereiro de 2014.
 
 
 
No Blog Nossa Cara SP (UJS São Paulo)

Meio milhão de jovens socialistas! Rumo ao 17º congresso da UJS!

Passeata

Entre os dias 25 e 31 de Janeiro a União da Juventude Socialista realizou um seminário preparatório ao seu 17º Congresso que será realizado no final do mês de maio deste ano. Além dos debates temáticos como a questão da mulher, das drogas e da desmilitarização da polícia, a UJS lançou o desafio de filiar meio milhão de jovens a entidade, confira na íntegra a carta de convocação do congresso:

Meio milhão de jovens socialistas: Avançar nas mudanças rumo ao Brasil dos nossos sonhos

Para os milhares de jovens socialistas Brasil a fora, o ano de 2014 se inicia cheio de lutas e comemorações, pois a UJS caminha para seus 30 anos de existência e para a construção do congresso que tem o desafio de filiar de meio milhão de jovens. Nesta caminhada reafirmamos a necessidade de um mundo diferente e de um Brasil socialista. Sabemos que os desafios continuam grandes, do tamanho do compromisso de quem muito lutou para as conquistas que a juventude brasileira obteve nas ultimas três décadas, de quem contribuiu para conquistar o período de mudanças que vivemos atualmente e para, além disso, o compromisso de quem sabe que ainda tem muitas batalhas pela frente, para conduzir junto com a juventude brasileira as mudanças que queremos ver na vida do nosso povo.

Ao caminhar para os 30 anos temos claro que muitos aprendizados e lutas se somam na pavimentação do Brasil dos nossos sonhos. Nossa gloriosa organização herdou a tradição de luta dos jovens abolicionistas, herdou a ousadia e a persistência dos jovens tenentes da Coluna Prestes. Nós encampamos importantes lutas e conquistamos vitorias importantes para povo brasileiro: das batalhas pela redemocratização à juventude cara pintada, da resistência à implementação do neoliberalismo até as recentes conquistas dos royalties do petróleo e de 10% do PIB para a educação, a aprovação do estatuto da juventude.

O que nos orienta para o futuro é a ousadia e a vontade de mudança, trazemos no peito o estigma da aguerrida juventude do Araguaia, que bravamente lutou pela liberdade e democracia em nosso país. Temos em perspectiva a atualidade do nosso manifesto que traz a compreensão de que “somos socialistas porque, somos jovens e andamos abraçados com o futuro e a busca da felicidade”. Negamos os valores degradantes que o, já caquético, sistema capitalista insiste em nos oferecer, pois queremos mais direitos, mais oportunidades, mais solidariedade, mais liberdade de ser quem nós queremos ser, de nos desenvolver plenamente. Temos no horizonte o sonho e a luta por Brasil mais feliz e não descansaremos, não ainda, marcharemos firmemente avançando rumo à construção do socialismo com a nossa cara.

Nós, que queremos mais para o Brasil e para juventude, sabemos que o 17º Congresso Nacional da UJS acontece em um momento muito importante, ano em que se definirá os rumos do país pela via eleitoral, Também em um momento que provoca a reflexão e a necessidade do Brasil se reencontrar com a sua história, em 2014 fazem 50 anos da tragédia do Golpe Militar no Brasil, mas completa-se também 30 anos da luta em pelas eleições diretas em nosso país. Foi no curso das lutas pelas Diretas Já, momento que ostentou a maior mobilização de juventude da nossa história, que nasce a UJS. E é neste clima que, ao completar 30 anos, a UJS reafirma a atualidade de seu compromisso de nascimento: a defesa da Juventude, do Brasil e da luta pelo socialismo!

É com o compromisso histórico de quem já esta há três décadas na defesa de um país mais justo que a UJS se propõe o papel de levar aos jovens brasileiros o debate sobre o futuro da nação. Reconhecemos todos os avanços sociais que ocorreram na ultima década, esse foi um projeto que ajudamos a construir e que melhorou a vida de milhões de brasileiros, nós demos assim, importantes passos para a pavimentação de uma nova sociedade. Mas, para, além disso, sabemos que o projeto de nação que está em curso precisa seguir em frente e precisa ser cada vez mais avançado e orientado para a conquista de mais dignidade e felicidade humana, para tanto devemos também combater o pessimismo e a cinidez das elites que almejam o retrocesso, e que lucram com a desesperança do povo.

No próximo período o Brasil terá as atenções do mundo voltadas para si, a UJS defende o direito e a capacidade do Brasil sediar a Copa do Mundo! A Copa é uma expressão da alegria da cultura brasileira, mas também queremos debater a necessidade da deselitização do futebol em nosso país. Além disso, essa oportunidade de mostrar para o mundo um novo Brasil, que pretende se desenvolver de forma sustentável e soberana. Um país que tirou na ultima década milhões de brasileiros da pobreza extrema, que inseriu uma parcela significativa de sua juventude nas Universidades, que resgata a autoestima e expectativas da população.

Consideramos que temos muito a nosso favor, de um lado uma amplitude de recursos naturais à nossa disposição, de outro, somos uma população jovem, inventiva, expressiva, otimista e com tantas potencialidades. Todavia, sabemos que para nosso país se desenvolver em novos patamares é necessário que coloquemos no centro do projeto uma serie de reformas estruturantes e urgentes, como a política, tributária, dos meios de comunicação, agrária, educacional e urbana, essas reformas impulsionarão avanços sociais importantes, dando mais democracia, voz e dignidade para a população brasileira.

Acreditamos sim que é possível construir um Brasil diferente, com mais igualdade, paz, justiça e desenvolvimento, um Brasil socialista. Mas para isso vai ser preciso muita luta. E a nossa luta tem várias faces, ela é de ideias, mas também é feita nas ruas, nas escolas, nas quadras esportivas, nos campos de futebol, nos shows, nos “rolezinhos”, na defesa do meio ambiente, na luta das jovens mulheres, na luta contra o racismo e a homofobia. Enfim, onde tiver juventude, lá está a nossa luta. E é com este otimismo, com o espirito de quem se propõe a filiar meio milhão de jovens, que se traduzirão em mudanças, com o espirito de quem quer ser hexa que convocamos o 17° Congresso Nacional da União da Juventude Socialista!

Para seguir amando e mudando as coisas, devemos nos preparar recarregando nossas pilhas revolucionarias e encampando as importantes batalhas do próximo período: O lançamento do 17° Congresso da UJS nas comemorações do 08 de março, A ampla mobilização da Jornada de lutas em março, a campanha do Se Liga 16, e a realização do congresso da ANPG e o 17° Congresso da UJS, de 22 a 25 de maio em Brasília!
Estamos CONSTRUINDO O BRASIL DOS NOSSOS SONHOS! Se você pensa como nós, vem ajudar a construir o 17º Congresso da UJS. Vem pra luta também!

São Paulo, 30 de janeiro de 2014.

UJS-SP: rumo aos 60 mil filiados

Plenaria SP _Padilha carlão

A preparação para o 17° Congresso da UJS está a todo vapor. No último final de semana, 8 plenárias estaduais aconteceram em todo o Brasil, ano em que a organização comemora seus 30 anos de história e encara o desafio de mobilizar meio milhão de jovens em todo país. André Tokarski, presidente nacional da União da Juventude Socialista, declarou que essa força estará direcionada para impulsionar a mobilização da juventude em defesa de um novo ciclo político de lutas e vitorias, com a juventude nas ruas na 2° Jornada Nacional de Lutas pelas reformas democráticas, com a conquista do hexa na Copa do Mundo e a reeleição da presidenta Dilma.

“É hora do Brasil avançar, romper com as pressões nefastas que o capital financeiro faz para subjugar nossa economia. O país precisa inaugurar um novo ciclo de desenvolvimento econômico e de promoção integral dos direitos sociais. E é tratando das pautas mais essenciais que vamos conseguir reunir um grande bloco de forças progressistas e de esquerda para renovar as esperanças e inaugurar um novo ciclo de mais democracia e desenvolvimento”, conclui o presidente.

Para Carlos Eduardo Siqueira, presidente da UJS São Paulo, o espaço foi excelente, todas as regiões do estado comparecem com mais de 200 dirigentes da organização. “Os debates foram bem politizados, e o encontro com o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi o mais interessante para que pudéssemos pautar a luta política da juventude do estado e falar dos desafios do estado de São Paulo”.

Na Roda Viva da UJS –SP, Alexandre Padilha debateu com a militância, de forma descontraída e politizada, pautas como mobilidade urbana, o Trensalão Tucano, Mais Médicos, política de juventude, violência, Polícia Militar, diálogos com os movimentos sociais e reformas democráticas.

O vice-presidente nacional da UJS, Renan Alencar, levantou a importância de mudança na política econômica para que haja ampliação na capacidade de investimento em educação, saúde, transporte e geração de empregos.

“Parece que o atual governador está com a pilha fraca, não tem capacidade de liderar as mudanças e os desafios que São Paulo tem a enfrentar”, declarou Padilha durante o a atividade com a juventude paulista.

Carlos Eduardo Siqueira finaliza: “terminamos o 5° Socializando e a Plenária estadual com a militância paulista animada com a meta dos 60 mil filiados! Uma UJS grande para enfrentar os desafios de um novo tempo para o Estado de São Paulo. O lema do 16° Congresso Estadual diz muito sobre o que desejamos: declare guerra a quem finge te amar. É tarefa da nossa geração derrotar os tucanos neoliberais, é preciso unidade para enfrentar o inimigo principal”.

Acesse também:

Meio milhão de jovens socialistas! Rumo ao 17° Congresso da UJS

A UJS que copa, saúde e educação!

 

Por Natalia Padalko, no site da UJS.